quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Motorocker

O Motorocker surgiu em 1993 como uma banda autoral, mas só depois de alguns anos, a consagração viria, inicialmente no sul do Brasil, como banda-tributo ao AC/DC. Também data dessa época as primeiras repercussões na mídia local sobre o que o Motorocker já vinha fazendo, tanto como Tributo ao AC/DC e com suas próprias composições.Em 1996, o AC/DC tocou no Brasil durante a turnê do álbum Ballbreaker. Neste show, os integrantes do Motorocker encontraram-se com o vocalista Brian Johnson e os guitarristas (e irmãos) Angus e Malcolm Young, que mostraram-se impressionados com a qualidade e fidelidade do som da banda. Também declararam que havia sido a melhor banda-tributo que ouviram até então.

Anos se passaram, e a banda decidiu investir todo o seu tempo na carreira autoral. Em 2006 apresentaram o primeiro álbum de músicas próprias, Igreja Universal do Reino do Rock, uma coletânea de algumas músicas compostas entre 1993 e 2006. Partindo da idéia de que existem igrejas para todas as crenças, resolveram descrever a congregação dos seus sonhos, que reuniria quem curte o rock’n’roll e sua filosofia libertária.

Senha - muro


Igreja Universal do Reino do Rock (2006)
"Vamo Vamo" (Single 2008)
Rock na Veia (2010)

P.S - Escute alto no talo...ótimo para festas regadas com muito alcool e com  garotas seminuas...yeah


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Fato


"O Rock não morreu , Você é que virou um cuzão"

Jack Oldpunk

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Da Série Tio Old recomenda

No antigo forum suicidio , eu fiz um post que foi um dos mais acessados , " Velharias do tio Old " , onde eu colocava somente bandas de garage rock dos anos 60 , desconhecidas.Bem resolvi me autoplagiar e criei esse post , so que agora somente com bandas dos anos 90 e atuais de garage rock , vai baixando e ouvindo aos poucos , garanto a sua diversão ou seu dinheiro de volta....rsrssr

2 discos


 
2 Discos
 



 


 


 


 
 


 


 


 


 


 

Revista Bizz III



http://www.mediafire.com/?g8st30l8t3wfw22



http://www.mediafire.com/?82916jil5c6j263



http://www.mediafire.com/?mdn4mlquxbg49qw



http://www.4shared.com/rar/E7Q9KUWz/Bizz_17_Blog_Rock__Quadrinhos_.html



http://www.4shared.com/rar/m4G6EIwy/The_Best_of_Bizz_3_Blog_Rock__.html



http://www.mediafire.com/?ekd22a8qkbf3qm3


http://www.mediafire.com/?aqsy1g87vpgv3of

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Repensando o Anarquismo

Pare de pensar no anarquismo como apenas mais outra "ordem mundial", apenas outro sistema social. Onde nós estamos, nesse mundo tão dominado e controlado, é impossível imaginar-se vivendo sem quaisquer autoridades, sem leis ou governos. Não é de se espantar que o anarquismo não seja geralmente levado à sério como um programa político ou social em larga escala: ninguém pode imaginar com o que ele se pareceria, muito menos como alcançá-lo ― nem mesmo os próprios anarquistas.

Ao contrário, pense no anarquismo como uma orientação individual para você mesmo e outros, como um modo de ver a vida. Não é impossível imaginar. Concebido nesses termos, o que seria o anarquismo? Seria uma decisão de pensar por si mesmo ao invés de seguir cegamente. Seria uma rejeição da hierarquia, uma recusa a aceitar a "abençoada" autoridade de qualquer nação, lei ou outra força como sendo mais significante do que sua própria autoridade sobre você mesmo. Seria uma desconfiança instintiva daqueles que alegam ter algum tipo de ordem ou status sobre os outros à sua volta, e uma aversão a alegar ter tal status sobre outros. Mais que tudo, seria recusar-se a colocar a responsabilidade de si mesmo nas mãos de outros: seria a exigência de que cada um de nós não apenas seja livre para escolher seu próprio destino, mas realmente fazer isso.

De acordo com essa definição, há uma quantidade maior de anarquistas do que parece, embora muitos não se refiram a si mesmos como tal. Muitas pessoas, quando pensam sobre isso, querem ter o direito de viver suas próprias vidas, pensar e agir como eles acham conveniente. Muitas pessoas confiam mais nelas mesmas para concluir o que deveriam fazer mais do que confiam em qualquer autoridade para ditar isso a elas. Quase todo mundo se frustra quando se encontram pressionados por um poder sem rosto e impessoal.
Você não quer estar à mercê de governos, burocracias, polícia, ou outras forças, quer? Certamente você não vai deixar que eles ditem toda a sua vida. Você não faz o que você quer, o que você acredita, pelo menos quando você não vai ser pego e punido por isso? Em nossas vidas diárias, nós todos somos anarquistas. Todas as vezes que tomamos decisões por nós mesmos, todas as vezes que nós nos responsabilizamos por nossas próprias ações ao invés de nos curvarmos para algum poder maior, nós estamos colocando o anarquismo em prática.

Então se nós somos todos anarquistas por natureza, por que continuamos aceitando a dominação de outros, até mesmo criando forças que nos regulam? Você não preferiria descobrir como coexistir com seus semelhantes seres humanos chegando às conclusões diretamente entre vocês, em vez de depender de algum conjunto de regras? O sistema que eles aceitam é aquele ao qual você deve se submeter: se você quer sua liberdade, você não pode se dar o luxo de não se preocupar se aqueles à sua volta exigem controle das suas vidas ou não.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O Bluegrass



Bluegrass é uma forma de música de raiz americana e é uma vertente da música country. Ela tem suas bases misturadas na música tradicional escocesa, de afro-americanos, inglesa, do País de Gales e irlandesa. O bluegrass foi inspirado pela música de imigrantes do Reino Unido e da Irlanda (em particular a de imigrantes escoceses-irlandeses nos montes Apalaches, entre o Kentucky e Tennessee).

O bluegrass tradicional é normalmente baseado em um conjunto de instrumentos acústicos de cordas, incluindo o bandolim, violão, banjo, violino, dobro e contrabaixo acústico, com ou sem vocais. A música de bluegrass atraiu seguidores leais pelo mundo todo. O pioneiro do bluegrass Bill Monroe caracterizou o gênero desta forma: "É violino dos velhos tempos. É metodista, sagrado e batista . É blues e jazz, e tem o agudo solitário (high lonesome sound). É musica que traz uma boa historia. É musica tocada de coracão pra coração e vai tocar o seu. Bluegrass é música que importa."
 
A história

O bluegrass como um estilo, se desenvolveu durante meados da década de 1940. Por causa da guerra, as gravações eram limitadas durante esse tempo, e seria mais correto dizer que o bluegrass foi feito algum tempo após a Segunda Guerra Mundial, mas não antes. Como acontece com qualquer gênero musical, ninguem pretendia te-lo inventado. O bluegrass é uma mistura da musica antiga (old time music), country, ragtime e jazz. No entanto, os primórdios do bluegrass podem ser atribuídos a uma banda. Hoje Bill Monroe é referido como o "pai e fundador" da música bluegrass, tanto que o estilo bluegrass foi nomeado por causa de sua banda, a Blue Grass Boys, formada em 1939. Em 1945, a adição do banjo de Earl Scruggs é considerada o momento-chave no desenvolvimento do gênero.

De 1946 a 1948 a banda de Bill Monroe, que contava com Scruggs no banjo, o cantor e violonista Lester Flatt , o violinista Chubby Wise e o baixista Howard Watts (também conhecido como "Cedric Rainwater") criaram o formato e a configuração instrumental definitiva, que continua a ser um modelo para os dias de hoje. Por alguns argumentos, enquanto os Blue Grass Boys eram a única banda tocando esse tipo de música, era apenas o seu estilo único, não poderia ser considerado um estilo musical, ja que não haviam outras bandas tocando de maneira similar. Em 1947, os Stanley Brothers gravaram a canção tradicional "Molly and Tenbrooks" no  estilo dos Blue Grass Boys, então isso pode ser apontado como o início do bluegrass como um estilo. Em 1948, o bluegrass emergiu como um gênero na indústria da música country pós-guerra. Este período é caracterizado como a “Golden Age”(Era de Ouro), que foi um ponto de partida do “traditional bluegrass”.

Decidiu-se que, apartir do momento que Bill foi o homem mais velho, e foi no estado do Kentucky (que é chamado de "bluegrass state" por causa de uma grama especifica que há no estado) e teve a Blue Grass Boys, seria chamado de bluegrass.

As gerações

Primeira Geração

Os músicos de bluegrass da primeira geração dominaram o gênero desde o seu início em meados da década de 1940 até meados dos anos 1960. Esse grupo de artistas geralmente é composto por aqueles que estavam em ação durante o "Golden Age", final dos anos 40, inicio dos 50, incluindo Wade Mainer and his Mountaineers, Bill Monroe and his Blue Grass Boys, The Stanley Brothers, Lester Flatt & Earl Scruggs with Foggy Mountain Boys, Hilo Brown and The Timberliners, Ervin T. Rouse, The Sauceman Brothers, Lonesome Pine Fiddlers, Don Reno and Red Smiley, Jim & Jesse, Jimmy Martin and The Osborne Brothers, Mac Wiseman, Stringbean, Mac Martin and The Dixie Travelers, Carl Story and his Rambling Mountaineers, The Country Gentlemen, Buzz Busby e The Lilly Brothers and Jim Eanes.

Segunda Geração

Uma segunda geração de músicos de bluegrass começou a tocar, compor e gravar em meados da década de 1960, embora muitos tivessem tocado em bandas da primeira geração quando novos. Era uma epoca de grandes festivais de bluegrass. Alguns músicos desta geração são J.D. Crowe, Doyle Lawson, Lerry Sparks, Sam Bush, John Hartford, Doc Watson, Norman Blake, Frank Wakefield, Harley "Red" Allen, Bill Keith, Del McCoury e Tony Rice. Assim que se aperfeiçoaram no estilo, o New Grass Revival, Seldom Scene, The Kentucky Colonels e The Dillards desenvolveram o bluegrass progressivo. Em uma colaboração, o violinista da primeira geração Vassar Clements, o bandolinista progressivo David Grisman,  o vocalista do Grateful Dead Jerry Garcia (no banjo) e Peter Rowan nos vocais formaram a banda chamada Old and In The Way. Garcia, Chris Hillman, os Stanley Brothers e outros em 1960 e 1970 ajudaram a introduzir o bluegrass progressivo e tradicional aos ouvintes de rock. Bush, Grisman e Clements colocaram muitos dos elementos do jazz em seus estilos interpretativos - Clements gostava de se referir à sua música como "jazz caipira" -, mas sem nunca deixar a raiz do bluegrass tradicional.

Terceira Geração

O Bluegrass de terceira geração foi desenvolvido em meados da década de 1980. O bluegrass cresceu, amadureceu e se ampliou a partir da música tocada nos anos anteriores. Muitos da segunda geração, tambem estiveram em evidência nesta Terceira. Esta geração redefiniu o "bluegrass mainstream.". O equipamento de som, que ja era de alta qualidade, permitiu que cada membro da banda pudesse ser microfonado de forma independente, a exemplo de Tony Rice Unit and The Bluegrass Album Band. Tony Rice apresentou solos de violão muito elaborados e outras bandas seguiram seu estilo. Algumas bandas começaram a usar baixo eletrico, alternativa ao baixo acustico do bluegrass tradicional, mas isso não virou regra. Os outros instrumentos se mantiveram acústicos. Progressões de acordes não-tradicionais também se tornaram mais populares e aceitas. Ao mesmo tempo que havia essa progressão, esta geração viu o renascer de canções tradicionais tocadas no novo estilo. A Johnson Mountain Boys foi uma das mais populares da decada. As bandas e musicos que se destacaram nesse periodo foram Tony Rice Unit, Alison Krauss, Mark O`Connor, New Grass Revival (com Bela Fléck), Nashville Bluegrass Band, Stuart Duncan, Jerry Douglas, Ricky Skaggs e Bela Fleck (solo).

Desenvolvimentos Recentes

Nas últimas décadas o bluegrass atingiu um público mais amplo. Grandes artistas do mainstream da música country gravaram albuns de bluegrass, incluindo Dolly Parton e Patty Loveless. Desde a década de 1990, Ricky Skaggs, que começou como um músico de bluegrass mas partiu pra musica country na década de 1980, voltou para o bluegrass com sua banda Kentucky Thunder. O filme "Ei, Meu Irmão! Cadê Você?", lançado pelos Irmãos Cohen em 2000, contem uma trilha sonora replete de old-time music e bluegrass, que acabou gerando a turnê e o documentário "Down From The Mountain".