segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Santa Maria / RS

Somente quem é pai ou mãe pode imaginar tamanha dor

domingo, 27 de janeiro de 2013

Various Artists - Pebbles Vol.1-28


O garage faz parte do mesmo vírus punk que vem alimentando o rock and roll através de décadas, nunca o deixando esquecer do espírito jovem e inconsequente, da crueza e dos três acordes. No final das contas, enquanto houver um adolescente (com todos os benefícios e males que este período da vida traz) com uma guitarra na mão e amigos numa banda, o que você chama de garage ou punk nunca estará enterrado e o rock and roll estará vivo, divertindo e incomodando as futuras gerações.

A Pebbles mergulhou mais fundo e trouxe para a superfície canções e bandas que talvez tenham sido conhecidas apenas em suas cidades, seus estados e pelos seus fãs. Mais do que alguma banda em especial, ou de algum hit em particular, o mais incrível de Pebbles é o conjunto da obra, que funciona como um grande retrato sonoro de uma época, além das paradas de sucesso. Os 28 álbuns originais, ou os 12 cds posteriores, além das coletâneas especiais, resistiram ao tempo e atestam o tamanho da explosão musical dos anos sessenta.

A primeira versão de Pebbles, com apenas 500 cópias, foi lançada por um selo Mastercharge Records, em 1978, distribuído entre um pequeno grupo de colecionadores australianos. Posteriormente, outro pretenso selo obscuro, a BFD Records, também da Austrália, lançou 10 LPs, até hoje considerados os melhores da série.

Na verdade, os dois selos não existiram, sendo apenas nomes fantasias para contornar as questões legais da época. Vários grupos presentes nesses discos, como Litter, Shadows Of Knigth e Del-Vettes tiveram discos individuais editados, mas outros como Ju Ju’s, Satans ou Lyrics, continuam limitados a esses registros.

A partir de 1983, o selo americano Bomp! Records, de Greg Shaw, sob a marca AIP Records, assume a série formalmente e edita mais 18 LPs, além dos 10 iniciais, mais 12 cds e três volumes de coletâneas a músicas extras retiradas dos vinis. Em meados dos anos noventa, a ESD (East Side Digital) Records lança quatro CDs, com apenas 1.000 cópias, diferentes da série original, contendo diversos temas ausentes na série digital da AIP.

Pebbles 01 - Original 60's & Psych Classics
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Pebbles 02 - Original 60's & Psych Classics

Pebbles 03 - Acid Gallery

Pebbles 04 - Surf'n Tunes

Pebbles 05 - Original 60's Punk & Psych Classics

Pebbles 06 - Chicago 1

Pebbles 07 - Chicago 2

Pebbles 08 - Southern California 1

Pebbles 09 - Southern California 2

Pebbles 10 - Original 60's & Psych Classics

Pebbles 11 - Original 60's & Psych Classics

Pebbles 12 - The World

Pebbles 13 - compilations

Pebbles 14 - compilations

Pebbles 15 - The Netherlands 1965-1968
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Pebbles 16 – compilations
  
Pebbles 17 – compilations

Pebbles 18 - European Garage 2

Pebbles 19 - Denmark 3

Pebbles 20 - Sweden 1

Pebbles 21 – compilations

Pebbles 22 – compilations

Pebbles 23 - Netherlands 2

Pebbles 24 – Germany

Pebbles 25 - Holland 3

Pebbles 26 - Sweden 2

Pebbles 27 – Switzerland

Pebbles 28 - Sweden 3


Battle of the Garages

De Volta ao Passado: o “revival” garage nos anos 80




O interesse pelo garage rock ganharia corpo de forma material no começo dos anos 80 nos EUA. A América do Norte estava experimentando naquele período não só o surgimento do hardcore, como também uma retomada com muita força do estilo garage. Tudo isso consequência direta do que ocorreu em 77.Nesse período temos o surgimento de uma nova juventude garageira, obcecada não só pelo som das garage bands dos anos 60, mas também pelas roupas, cabelos e instrumentos. O pacote completo. Foi o início de uma cena que reviveu todos os maneirismos do garage rock e que contava com gente como Chesterfild Kings, Miracle Workers, Crawdaddys, Cynics, Fuzztones, The Guesomes, Gravedigger V e Lyres.

Vale ressaltar o papel preponderante que as compilações como Nuggets e Pebbles exerceram, pois foi a partir delas que muitos moleques passaram a ouvir Music Machine, The Seeds, The Sonics e demais barulheiras sixties.

Parte desse cenário está documentado na compilação Battle of The Garages. Greg Shawn da Bomp Records e Bomp Magazine foi esperto o bastante para perceber esse novo cenário que emergia e o registrou nessa compilação, além de realizar duas turnês nacionais com as bandas. A coletânea saiu pela subsidiária da Bomp, a Voxx Records que tinha como missão dar conta desse retorno das guitarras fuzz, dos cabelos mop top e dos terninhos, lançando discos das bandas da nova safra garageira como Pandoras e Barracudas. 


GARAGE1

GARAGE2

GARAGE3

GARAGE4


USA Garage Greats 60 ‘s Parte V


Ultimo post dessa série .....yeah..yeah..viva o rock regressivo

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Go Away Girl

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Tymes Not Change

Usa Garage Greats 60 ‘S  - You Aint Touhg

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Theres A Flower Shop

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Living On

Usa Garage Greats 60 ‘S  - You're Mean

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Born Loser

Usa Garage Greats 60 ‘S  - I Cannot Lie

Usa Garage Greats 60 ‘S  - On The Road

Usa Garage Greats 60 ‘S  - You Aint Tough

Usa Garage Greats 60 ‘S  - You Decieved Me

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Dont Be Difficult

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Love For A Price

Usa Garage Greats 60 ‘S  - My Confusion

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Trip On Out

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Last Day On Earth

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Buried

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Dont Be

Usa Garage Greats 60 ‘S  - How Is The Air

Usa Garage Greats 60 ‘S  - My Brother

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Third Eye

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Hypnotized

Usa Garage Greats 60 ‘S  - If I Could

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Be What You Is

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Dont Shoot Me Down

Usa Garage Greats 60 ‘S  - I Can Take It

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Need Your Love

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Paisley Haze

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Shes No Good

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Hate

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Legal Matter

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Way Down

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Make Her Cry

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Treat Me Right

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Bird Doggin

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Exit 9

Usa Garage Greats 60 ‘S  - I Just Wanna Be

Usa Garage Greats 60 ‘S  - You'll Never Be

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Dont Put Me On

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Love Does Its Harm

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Not For Sale

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Elizabeth

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Fickle Llittle Girl

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Get Straight-

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Rampage!

Usa Garage Greats 60 ‘S  - We're Gonna Love
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Troma Filmes



A história da Troma Entertainment começou nos anos 70, numa época em que filmes B de baixo orçamento começaram a ser respeitados por grandes cineastas. Com muita criatividade e pouco dinheiro a produtora passou a fazer filmes que se tornaram clássicos, como Toxic Avenger (O Vingador Tóxico, que ganhou algumas continuações), Surfs Nazi Must Die (Surfistas Nazistas Devem Morrer) e Troma’s War.

Os filmes são baratos, ruins, divertidos e normalmente cheio de sangue falso jorrando na tela, em um universo próprio. O que não falta aos filmes é sexo e violência, e com o tempo a produtora passou a ser respeitada. Diretores como Sam Raimi e Quentin Tarantino são exemplos daqueles que beberam da água de privada da Troma. O primeiro trabalho de J.J. Abrams (criador de Lost e diretor do novo Star Trek) no cinema foi como compositor em NightBeast, um filme de 1982, da Troma.


Depois de tanto tempo na estrada, eles decidiram liberar o acervo no YouTube. Veja bem, a Troma liberou mais de 150 filmes do seu catálogo, dando aos fãs de boa diversão acesso gratuito aos seus filmes mais absurdos. A coleção inclui Cannibal! The Musical, o primeiro filme criado por Trey Parker e Matt Stone (que depois ficariam mundialmente conhecidos por South Park). Você acha pouco? Então assista a The Battle of Love’s Return, estréia de Oliver Stone como ator. E Tromeo and Juliet, o maior sucesso de crítica da produtora, que tinha a chamada “Piercing, Sexo Bizarro, Desmembramentos e Outras Coisas que Fizeram Shakespeare Famoso!
 
No catálogo não há apenas filmes da Troma, há também filmes clássicos como White Zombie (Zumbi Branco), o primeiro filme de zumbi feito, com Bela Lugosi, e No Substitute for Victory, um filme de propaganda pró-Vietnã com John Wayne.

A lista de filmes parece infinita e inclui pérolas como A Nymphoid Barbarian In Dinosaur Hell, Horror Of The Hungry Humongous Hungan, They Call Me Macho Woman (Eles Me Chamam Mulher Macho), Shark (Tubarão, de 1969 com Burt Reynolds), Killer Condom (A Camisinha Assassina), Zombiegeddom, e muito mais. Um filme pior que o outro, mas que se utilizam de maneira sublime da criatividade.

Ou seja, você terá muita porcaria divertida para ver. Me agradeça depois, ou me xingue, tanto faz.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

USA Garage Greats 60 ‘s Parte IV




Pegue uma cabeça adolescente e coloque dentro dela, pela orelha, Rolling Stones, Beatles, Kinks, Animals e Yardbirds. Não esqueça de pôr pitadas de Chuck Berry, Eddie Cochran ou Little Richard. Agora bata tudo no liquidificador cerebral, acrescentando desespero adolescente, namoros de colégio, aflição, vontade de trepar e fúria juvenil. Ofereça ao dono da cabeça uma guitarra elétrica barata, amplificadores de mesmo custo, bateria, baixo e se possível um órgão vagabundo. Sendo essa batida feita nos anos 60 você teria uma típica banda de garagem.

Provavelmente um dos fenômenos mais democráticos do rock e antecedendo em mais de uma década nosso tão querido punk rock de 1977, o garage rock dos anos 60 foi um fenômeno que praticamente ocorreu em todo o mundo. Basta dar uma olhada nas centenas de coletâneas do estilo, que perpassam regiões do globo as mais variadas e inusitadas como África, Oceania, América Latina, Ásia e o Leste Europeu – vivendo ainda num contexto histórico de Guerra Fria (1947-1991). E jamais podemos esquecer a América do Norte, com todo o efeito que a British Invasion causou em seus jovens.

Quando digo democrático é porque é infindável o número de bandas amadoras, outras nem tanto, que surgiram do período que vai de mais ou menos 1964 a 1968. Quatro anos que viram milhares de bandas pipocarem não só nos EUA, mas no mundo e que as coletâneas de garage são prova disso, sempre resgatando alguma obscuridade de quarenta anos atrás.

Inspirados geralmente em Beatles e Rolling Stones, mas também pela British Invasion linha-dura de Troggs, Yardbirds e Pretty Things, milhões de adolescentes cortaram seus cabelos em forma de tigela (mop top), se armaram de guitarras baratas e se meteram em garagens, sejam elas em Paris, Texas ou São Paulo. Assim, acabaram criando, com seus escassos recursos, pérolas de um rock adolescente, simples, cru, urgente e apaixonante, que só os anos 60 poderiam ser os provedores.

Querendo soar como seus ídolos ingleses, mas sem a "técnica musical" necessária, deram origem a uma mutação punk da Invasão Britânica. Talvez por serem jovens demais não entenderam que os ingleses estavam apenas devolvendo à juventude norte-americana e mundial o Rhythm & Blues negro dos anos 40 e 50, só que digerido pelo suco gástrico britânico.

A banda suburbana de Chicago, The Shadows of Knight, talvez seja uma das poucas que entenderam isso e ilustram melhor essa estranha dialética do “toma lá, dá cá” do rock and roll. Numa antiga entrevista à Hit Parader, os Shadows diziam que os Stones, Animals e Yardbirds pegaram o blues elétrico de Chicago e lhe deram uma interpretação inglesa. Por sua vez os Shadows pegaram a versão inglesa do blues de sua terra natal e acrescentaram a ele mais um toque de Chicago. No final das contas o que poderia resultar numa fotocópia ruim, acabou soando original, com o Shadows of Knight nos mostrando sua interpretação punk da Invasão Britânica e do blues elétrico, criando um amálgama sonoro afro-americano-anglo-saxão.

Muitas pessoas tendem a achar que o boom do punk entre 1976-1977 foi algo de extremamente novo no universo do rock, o que geralmente é reforçado pelas revistas de música. O resultado é que acabam se espantando ou acham que é forçar a barra chamar de punk o rock feito pelas bandas de garagem dos anos 60 como The Sonics, Los Saicos, The Seeds, entre outras.

Mas voltando um pouco na história se percebe que o adjetivo/termo punk foi usado no meio musical primeiramente não para se referir as bandas de 1977, mas sim para rotular a sonoridade das bandas de garagem dos anos 60. Lenny Keye, o idealizador das coletâneas Nuggets e posteriormente guitarrista do Patti Smith Group, já em 1972 assim se referia a produção jovem e garageira dos anos 60.

Em 1976-77 o termo foi mais resgatado do que criado, mas acabou por se reconfigurar no contexto do rock do final dos anos 70 e se multifacetar pela moda, artes gráficas e outras expressões artísticas para além da música. Parte do desconhecimento da epidemia garageria mundial, entendida por muitos críticos como a Primeira Era Punk ocorrida nos anos 60, se deve ao fato do estilo ser negligenciado em diversas “Histórias do Rock”, como bem nos lembra Roy Shuker em seu livro Vocabulário de Música Pop.

O garage foi um estilo construído nos anos 60 por bandas, selos e cenários regionais como o texano ou o californiano nos EUA e por milhões de compactos de 45 rpm. Em geral, foram poucos os grupos que conseguiram lançar um Lp completo. Talvez essa falta de glamour cinematográfico possa ser outra explicação do pouco reconhecimento do gênero.


Embarque na viagem....



Usa Garage Greats 60 ‘S - Black Friday

Usa Garage Greats 60 ‘S - It Really Tears Me Up

Usa Garage Greats 60 ‘S - Psychotic Reaction

Usa Garage Greats 60 ‘S - What Good Is Up

usa garage greats 60 ‘s - wondering why

Usa Garage Greats 60 ‘S - Feelings

Usa Garage Greats 60 ‘S - Get Outta The Way

Usa Garage Greats 60 ‘S  - See If I Care

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Thought Of Amadman

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Your Lies

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Close That Door

Usa Garage Greats 60 ‘S  -Cry Me A Lie

Usa Garage Greats 60 ‘S  - Diminoes

sábado, 12 de janeiro de 2013

Flyers , uma arte Rock And Roll




Para quem curte Flyers , é uma ótima dica

http://oldpunkflyers.tumblr.com/

Turbonegro - Discografia Completa



"Um Turbonegro é um grande homem negro, bem vestido, armado, em um carro em alta velocidade saindo para uma vingança. Nós somos os seus profetas." Definição dos próprios caras a respeito do nome da banda.

Hard rock, rock'n roll e punk rock juntos com solos insanos, letras bem compostas, harmonias realmente impecáveis, originalidade e tudo o mais que você imaginar que um boa banda de Hard Rock deva ter.Os vocais vêm extremamente a calhar na proposta do som, nada muito exagerado, nada de voz de bichinha: na medida perfeita.Guitarras timbradas, sujas, baixo simples mas efetivo, e um autêntico lenhador sem virtuosismos na batera.
 
SINGLES 1997-2003

SINGLES 1993-96

SINGLES 1989-92

SCANDANAVIAN LEATHER

RETOX

PARTY ANIMALS

NEVER IS FOREVER

HELTA SKELTA

DARKENSS FOREVER

ASS COBRA

APOCALYPSE DUDES
http://www.mediafire.com/?6e9negt3wvbbu3h

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Garage Punk Unknowns





VOLUME 1

VOLUME 2

VOLUME 3

VOLUME 4

VOLUME 5

VOLUME 6

VOLUME 7

VOLUME 8

Garage Punk Unknowns  se diferencia das demais coletâneas que retratam a explosão das garage bands nos anos 60 pela quase total falta de informação a respeito das bandas , como se a massa sonora saída dos amplificadores já  fosse o suficiente...solidificando a tese que o rock and roll se mantem vivo até os dias de hoje , não somente por causa das grandes bandas , devendo muito também a esses anônimos malucos com suas gemas esquecidas nos acetatos empoeirados...Lets Rock Baby

domingo, 6 de janeiro de 2013

USA Garage Greats 60 ‘s Parte III




USA Garage Greats 60 ‘s - Direction Of Mind

USA Garage Greats 60 ‘s  - Im A Nuthin

USA Garage Greats 60 ‘s  - I Should Know

USA Garage Greats 60 ‘s  - Leave My Home

USA Garage Greats 60 ‘s  - Here Is Too Far Out

USA Garage Greats 60 ‘s  - Shattered

USA Garage Greats 60 ‘s  - Stop And Listen

USA Garage Greats 60 ‘s  - Tell It To The Preacher

USA Garage Greats 60 ‘s  - Woman Of Stone

USA Garage Greats 60 ‘s  - Yesterdays Hero

USA Garage Greats 60 ‘s  - Santa Babes For Scott

USA Garage Greats 60 ‘s  - Fly Superman

USA Garage Greats 60 ‘s  - Get Down Knees

USA Garage Greats 60 ‘s  - Give Me Tme

USA Garage Greats 60 ‘s  - Keep Dreaming

USA Garage Greats 60 ‘s  -Your My Baby
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sábado, 5 de janeiro de 2013

O aconhego dos teus braços....



Toda a minha perversão , a minha loucura
Todo o meu amor verdadeiro ,
A minha danação
Toda a minha broxada
Todo o meu gozo farto , toda a minha religião
O aconhego dos teus braços....

Todas a s drogas barra pesadas ,
Nos seus beijos  cheios de saliva
Transando com 20 garotas diferentes
Dentro de uma  
Toda a escuridão do inferno
E todo o amanhecer ao seu lado
O aconhego dos teus braços....

O meu ponto fraco
O que me deixa a cada derrota
Maior forte
A minha cocaina com cheiro de sabonete
As marcas feitas com meus dentes
Na sua pele clara ,
O orgasmo e o salto sem medo
Rumo ao abismo..flutuando no espaço
O aconhego dos teus braços....

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

USA Garage Greats 60 ‘s Parte II




Bem na minha humilde opinião estes posts sobre essas bandas de fundo de quintal dos anos 60 são os posts mais importantes desse blog , porque acredito que o espirito jovem que reina nessas verdadeiras bandas de garagem , é o mesmo espirito que mantem até os dias de hoje o verdadeiro rock and roll vivo.Musicas curtas , básicas , urgentes e com muita  paudurescencia.


USA Garage Greats 60 ‘s - Dont Pretend

USA Garage Greats 60 ‘s - Little Bad News

USA Garage Greats 60 ‘s - Love Special Delivery

USA Garage Greats 60 ‘s - No Good Woman

USA Garage Greats 60 ‘s - Since I Met You

USA Garage Greats 60 ‘s - Take A Bite Out Of Life

USA Garage Greats 60 ‘s - I'll Sell My Soul

USA Garage Greats 60 ‘s - Hey Tiger

USA Garage Greats 60 ‘s - Night After Night

USA Garage Greats 60 ‘s - Put You Down

USA Garage Greats 60 ‘s - Shes Leaving

USA Garage Greats 60 ‘s - Cry With Me

USA Garage Greats 60 ‘s - Descent

USA Garage Greats 60 ‘s - I Want My Baby

USA Garage Greats 60 ‘s - Think About It

USA Garage Greats 60 ‘s - Little White Lies

USA Garage Greats 60 ‘s - Sometimes I Wonder Disc 1

USA Garage Greats 60 ‘s - Sometimes I Wonder Disc 2

USA Garage Greats 60 ‘s - What She Does

USA Garage Greats 60 ‘s - Youre Doing Me Wrong

USA Garage Greats 60 ‘s - She Lied

USA Garage Greats 60 ‘s - Spend Your Life

USA Garage Greats 60 ‘s - Bad Apple

USA Garage Greats 60 ‘s - Love Times Eight

USA Garage Greats 60 ‘s - My Way Of Thinking
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Bons Tempos......


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Revista Bizz - Historia do Rock




Historia do Rock 4

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Historia do Rock 3

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Historia do Rock 2

https://mega.co.nz/#!xBszhYIR!YurqdBy1ieOIcK55GzJ27FLzy0tSVGJQ0FcP1zPs9zo


 c

 Historia do Rock 1

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Pau no cu do rock coxinha


1. O rock coxinha se manifesta sutilmente no emprego da expressão "amadurecimento musical" por parte dos críticos de rock.

2. O rock coxinha se caracteriza pela dificuldade de encerrar uma música e na compreenção erudita da música pop.

3. O rock coxinha é o resultado de experimentalismo mal digerido e pretenções intelectuais mal direcionadas.

4. O rock coxinha é germinado nas bad trips psicodélicas do final dos anos 60 e encontra no rock progressivo dos anos 70 seu tipo ideal.

5. O rock coxinha encara a garagem como estágio a ser superado. O punk rock é sua antítese.

6. O rock coxinha está fora das ruas. Ele é a tentativa de transformar o delinquente em letrado. De intelectualizar algo que é essencialmente instintivo.

7. O rock coxinha é a cooptação do rock pelo mundo da arte.

8. O rock coxinha é a essência do anti-rock e o fim do rock enquanto expressão anti-artística.

9. A arte da burocracia e a burocracia da arte se realizam enquanto expressão musical através do rock coxinha.

10. O rock coxinha é a vitória do neurônio sobre o hormônio, do intelecto sobre o físico, do adulto sobre o adolescente, do álbum conceitual sobre o compacto.

11. O rock coxinha bate punheta , enquanto o verdadeiro rock and roll fode , trepa , participa de orgias sem fim.

Por mais sujeira , tosquisse , sexo , rebeldia , vontade de mandar o mundo e o sistema a merda no cenário musical vigente.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Quando a tarde terminar - Parte 02 / 02



Quatro anos depois a minha era dourada também chegava ao fim , eu a autodenominei “noites que valeram por uma vida” , uma singela homenagem as noites passadas em claro , com um violão compondo musicas , bebendo e fumando muito , muitas vezes acompanhado de uma banda e inumeras outras sozinho junto com minha melhor namorada na época : a melancolia.Também uma homenagem aos vôos noturnos pelo Bomfim , onde muitas vezes eu não sabia como tinha  conseguido chegar em casa na manhã seguinte.

Eu lembro do exato momento que senti a mesma angustia do meu velho amigo de colégio , a sensação que os últimos dias de festa escorriam pelos meus dedos , sem eu poder fazer nada para impedir.Eu estava sentado no capô de um velho opala diplomata, num posto de gasolina perto da praia de Torres , as seis da manhã de um domingo. Bebendo a última cerveja da noite e fumando , olhando a estrada deserta e divagando sozinho , como se de um lado da estrada estivesse toda aquela loucura sem fim que tinha sido minha vida até agora e do outro uma total incerteza , mas que a cada dia parecia ser o caminho a ser tomado.

Algumas pessoas saem a noite para esquecer da vida , tentar desesperadamente se perder , encontrar uma salvação, um sentido , uma resposta. Eu enchia o tanque do carro e rumava madrugada adentro até alguma praia gaucha , bebendo e escutando musica , parando nos botecos e postos de beira de estrada , jogando conversa fora com garçonetes , bebuns  e todo o tipo de seres noturnos . E ao chegar na praia tomava uma café preto sem açucar e simplesmente retornava a Porto Alegre , era uma forma de encontrar uma saída , ou simplesmente uma fuga para quando a barra pesava.

Aprendi que não adiantava lutar , era um ciclo que estava se fechando E por mais doloroso que fosse e foi , tudo na vida um dia acaba , as bandas , os amores , a turma do futebol sabado de manhã , a turma do barzinho e por mais doloroso que fosse , as noites que valeram por uma vida também.

Caminhando pelo parque da redenção , num dia qualquer da semana , bebendo uma coca-cola e olhando as bundas das senhoras respeitáveis e das ninfetas chaves-de-cadeia , esbarro no meu velho amigo “tocador de pente”. Dois estranhos no ninho , matando serviço em plena tarde portoalegrense.

- E ai cara? Não acredito
- Putz Calcinha , somos dois vagabundos mesmo hein ? em pleno horário de serviço
- Ahh veio que legal de rever , como andam as coisas.....
- Cara  ...casei , tenho um filho , não fiquei rico , nem virei um rockstar...e tu calcinha?
- Tem tempo  para uma cerva ? Vamos no Lola ? ou tem compromisso?
- Cara até tenho , mas foda-se , vamos lá.

No caminho ele foi me contando que logo após ter ser formado , alugou um quarto e sala no centro , conseguiu um emprego chato mas que pagava as contas , foi levando a vida , literalmente sem pensar , era como que se algo tivesse por acontecer. Só não sabia se seria algo de bom ou ruim. De segunda a sexta , trabalho e no final de semana tornava-se um provador de bucetas , de todos os tamanhos,cores e cheiros , mas o mais inacreditável aconteceu , ele se apaixonou por uma coroa de 45 anos.

- Cara eu tava fazendo umas compras no supermercado, coisa de cara solteiro , comida congelada , cerveja , mais comida congelada, mais cerveja e ai escuto uma voz “ Nossa vai ter um banquete “ , viro e enxergo uma coroa enxuta , com um sorriso encantador , um misto de gostosa com simpática...ou seja um perigo
- Conheço bem o estilo ...
- Ela era viuva de um militar , cheia da grana e meu amigo, me senti com se nunca tivesse transado antes , porque como ela disse meio que me deixando sem chão....” Eu gosto de fuder , não de fazer amor ou transar”.
- Putz cara ....
- Vou ser sincero , me apaixonei por ela , saca quando até as musicas babacas fazem sentido , ela também morava no centro , numa apartamento luxuoso e eu naquele pulgueiro. Cara me senti envergonhado , não tinha como bancar aquela mulher.
- Tá mas e ai cara ? o que tu fez ?
- Nada !!! Ela me convenceu a morar com ela , largar o emprego , disse que ela tinha pouco tempo pra perder com besteiras , que eu deixasse de lado esse machismo, cara me senti culpado por não poder fazer nada , mas eu tava sendo feliz...muito feliz , uma nova era dourada...
- Cara tu lembra disso ainda ?
- Claro , achei que não haveria nada melhor que aqueles tempos do colégio , mas tava errado. O mundo é feito de pequenos ciclos , pequenos paraisos , alguns infernos....mas as vezes é preciso ter coragem....
- Como assim coragem ?
- Eu levanto depois das  dez , fumo um baseado , fico olhando um pouco de televisão bebo uma cerveja e espero ela voltar da academia , saímos pra almoçar fora, depois caminhamos pelo centro , vamos numa locadora , pegamos uns filmes pra ver durante a madrugada e depois chegamos em casa e trepamos....todas as perversões imaginaveis numa mesma mulher.

- Mas tu acha que precisa coragem pra isso? Eu adoraria viver assim , sem ter que trabalhar....
- Eu sei ! É que as vezes eu me sinto culpado , herança da minha educação católica , vivendo de forma diferente da manada....
- Tá me diz calcinha ? Tu é feliz assim? Eu também vivo diferente da manada e eu sou feliz....não é fácil ser diferente , mas vale a pena.
- Cara sou fudidamente feliz !!!

Passamos  o restante da tarde enchendo a cara , falando do passado , sexo , mulheres , dos amigos que ficaram pelo caminho ( amigos mortos , amigos mortos vivos com suas vidas de homens respeitáveis ) , das dificuldades de estar vivo e conviver com as perdas , dos medos , das eras douradas e das noites que valeram por uma vida.

- Sabe eu tenho medo , que um dia isso um dia acabe , afinal tudo acaba...sabe um dia ela se encha de mim..e me mande embora.

- Calcinha...acho que o lance é não pensar muito...ou beber muito

Uma sonora gargalhada espalha-se pelo bar vazio. A noite chega e rumamos para nossos paraisos particulares  , ambos carregando no fundo aquela centelha adolescente do “viva o máximo e foda-se” , sem grandes luxos ou carros importados , mas bebendo e jogando conversa fora num dia da semana , isso talvez seja a verdadeira felicidade . Não adianta ter liberdade...é preciso ser livre.

1ªParte

A Obrigação de postar

Bem quem acompanha esse blog , já notou de um certo amadorismo nos textos ( que escrevo e muitas vezes não faço correção ) , da demora em colocar uma nova postagem.....mas infelizmente o que tenho a dizer não agradará a maioria , ele vai continuar assim....começou com a minha necessidade de escrever e de expor minhas visóes distorcidas ou não da vida...e para minha surpresa cresceu mais do que eu queria....senhores leitores ( meia duzia ou um pouco mais )..continuarei a escrever dessa forma ..quase sempre turbinado com doses generosas de cerveja durante as madrugadas sulistas...porque escrever pra mim é como sexo...somente vale a pena se for com tesão...

Jack Oldpunk