terça-feira, 22 de maio de 2012

Ascenção e Queda de um idolo Teen

O artista descolado
Embrulha a mesmice
como nova tendência
cria um conceito
e vende a idéia ao mercado

Um pouco de polêmica
Rebeldia calculada ,
Coreografia e um clip bem produzido
e a mesmice alcança o status
De genialidade , uma ode ao passado

A critica tendenciosa e especializada
elogia sem entender absolutamente nada
ou sequer ter escutado ,
Tráfico de influências , trocas de favores
E a mesmice já é o disco mais tocado

Os cadernos culturais
Publicam reportagens especiais
A elite cultural abraça a nova ordem
Playbacks em programas dominicais
Agenda cheia , e o cache sobe cada vez mais

Mas a mesmice tem prazo de validade
O  artista descolado lança um  novo trabalho
Mais maduro , repleto de bobagens
Reclama da crìtica ,acredita na própria mentira
mas o sucesso era de plástico

Um disco ao vivo , um acustico , uma coletanea
Ele tenta salvar a carreira 
Em poucos anos , sera esquecido
Culpa as drogas e os remédios
Abandonado pelos amigos

Mas ele enxerga a luz
Renega o passado ,e mesmo
Sendo patético
O artista descolado
Torna-se um artista evangélico

Mas ele sabe que é mais importante
ter do que ser ,
Agora ele é um profissional , não um amador
E se tudo der errado
Ele ainda pode ser politico ou pastor

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Green Day Discografia





39/Smooth (1990)

Kerplunk! (1992)

Dookie (1994)

Insomniac (1995)

Nimrod (1997)

Warning (2000)

American Idiot (2004)

21st Century Breakdown (2009)


Singles

The Simpsons Theme (2007)

Eps

1000 Hours (1989)

01. 1000 Hours
02. Dry Ice
03. Only Of You
04. The One I Want

Slappy (1990)

01. Paper Lanterns
02. Why Do You Want Him?
03. 409 in Your Coffeemaker
04. Knowledge

Sweet Children (1990)

01. Sweet Children
02. Best Thing In Town
03. Strangeland
04. My Generation


Compilations

1,039 Smoothed Out Slappy Hours (1990)

International Superhits! (2001)

Shenanigans (2002)

Live

Tune In, Tokyo (2001)

Bullet In A Bible (2005)

Os Motivos da Morte Da Industria fonografica


A indústria fonográfica esta dando os últimos suspiros , vai se extinguir do mesmo modo que se extinguiram os dinossauros. Nada de novo debaixo do sol, é a lei da oferta e procura: quando ninguém quer o que você vende, você desaparece.Os preços abusivos dos discos,o empenho da indústria e da mídia em promover música medíocre acabou levando essa atividade antes lucrativa para o buraco.Vejamos os principais motivos:

1. A indústria tem se empenhado obsessivamente em demostrar que a música não importa
Não podemos compreender o porquê, mas é assim: se supõe que a beleza física, a elegância, são mais importantes que o conteúdo básico : A musica

Até a fã mais alienada, quando compra um disco do ídolo mais descartável está convencida de que o que gosta é de sua música. Se não, compraria postais, pôsteres, figurinhas ou camisetas que são mais baratos do que o disco.

2. A indústria fonográfica vende música e não suportes
A indústria fonográfica se convenceu nos últimos vinte anos de que, contando com uma explosão e um valor agregado extramusical suficientes, qualquer produto pode se converter em êxito,  no entanto, ninguém gosta de discos ou cassetes a não ser pelas canções que eles contêm: contra qualquer prognóstico, o público elegeu baixar as músicas pela internet sem suporte nem nada ou comprar os discos em barraquinhas de camelô, depreciando o encarte e outros privilégios que não fazem mais do que encarecer o produto. 

Enfim, a crise da indústria não traz consigo a morte da música: nem Johann Sebastian Bach nem nenhum dos grandes mestres do passado precisaram cobrar direitos autorais nem ter discos no mercado para inventarem o que ainda hoje chamamos de música.

3. A indústria fonográfica não se preocupa em conhecer seus clientes
Os gostos e critérios pessoais dos que trabalham na indústria e, muitas vezes, das pessoas ligadas à mídia, constituem a única guia para levar a cabo os investimentos que são feitos. Os executivos de produção das empresas têm, na minha opinião, uma responsabilidade injusta e as empresas arriscam demais em cada lançamento feito às cegas. É inevitável que tenham se tornado tão conservadores e se limitem a repetir fórmulas que já foram usadas mais de mil vezes. Pesquisas, testes, estudos de mercado, sondagem de opinião e, sobretudo, serviços de atendimento ao cliente, semelhantes aos que existem em qualquer outro setor, se tornam imprescindíveis em um momento de crise. Aliás, nesse tempos de pirataria e Internet, existem setores alternativos da indústria fonográfica que continuam prósperos graças a sua compreensão do que o público lhe pede. Os exemplos renderiam milhares de páginas.

4. A indústria fonográfica deprecia o musicomaníaco, seu único cliente potencial
Quer dizer, cria seu produto para o público que não gosta de música - em teoria mais numeroso e mais manipulável - depreciando o que, por lógica, é consumidor básico de música: musicomaníaco. Geralmente se considera que este setor é o mais reduzido e menos móvel, esquecendo que, pelo contrário, é muitíssimo mais fiel e mais ativo.

5. A indústria fonográfica se ancorou nos planejamentos dos anos 60
Me refiro aos anos 60 porque foi quando, graças ao aumento do poder de compra dos adolescentes, a indústria conseguiu seu desenvolvimento. E hoje, ela segue dirigindo-se exclusivamente a esse público jovem em vez de se recapacitar e enxergar a dura realidade: depois de duas décadas de quedas nas taxa de natalidade em todo o mundo, o mercado consumidor de música tem em média 30 anos e nem o mais infantilóide dos trintões vai se interessar por Sandy e Jr., KLB ou Britney Spears, nem vai sentir o mínimo interesse pelas frivolidades que regem a atualidade musical.

6. A indústria fonográfica perdeu contato inclusive com o público jovem
É sabido que os jovens estão deixando de comprar música porque preferem vídeo games, futebol, baladas e outros hobbies mais divertidos e modernos: a indústria fonográfica não soube ainda encontra seu lugar na oferta de ócio atual para a juventude. Pessoas que só conhecem o CD não o valorizam como se valorizava antes os delicados discos de vinil. Desde o princípio sabem que têm algo regravável e que não vale o que custa. O fracasso é maior quando se tem em conta que este setor constitui seu objetivo principal. Não seria tão grave se tivessem conquistado outro público, mas como não é assim...

7. A indústria fonográfica desvalorizou metodicamente seu produto com a festa de suportes que se iniciou há 20 anos
Porque, quem disse que, quando você tiver conseguido substituir toda a sua coleção de vinis, que tanto suor custou a você, por seus correspondentes em CD (porque você sabe, digam o que disserem, que ainda não estão editados em CD todos os seus antigos discos e cassetes), não vão surgir com outro invento, ainda mais caro e mais moderno para que você se veja obrigado a jogar fora todos os CDs junto com os discos e as fitas? Solução? Esqueça tudo e comece a colecionar miniaturas de carros e... teremos um comprador de disco a menos!

8. A oferta da indústria fonográfica é excessiva e gratuita
Uma maneira perfeita de alienar o comprador: muitos lançamentos, muitos novos nomes, muitas modas, muitas tendências... Tendo em conta que o disco não é um bem de consumo essencial como é o sabão ou o pão, a maior parte dos produtos está destinada ao fracasso. As estatísticas não mentem: a maioria dos discos vendem menos de cem cópias. O excesso de novos valores piora ainda mais a situação. Não se cuida dos clássicos porque, em caso de êxito, os contratos com novatos resultam mais lucrativos para as empresas que artistas consagrados são mais exigentes, para começar, na porcentagem que vão receber em cima dos lucros.

9. A indústria fonográfica está nos obrigando a comprar um álbum de doze (ou mais) canções desconhecidas por causa de uma que gostamos
Ou seja, nos obriga a comprar doze quilos de feijão quando pedimos apenas um para fazer uma feijoada. Na realidade é mais grave: é como se, quando vamos comprar um quilo de feijão, nos obrigassem a comprar doze de resíduos e lixo. Pessoalmente acho que, falando de música popular, a canção constitui a unidade de medida e que é muito fácil encontrar canções boas, emocionantes e divertidas em qualquer temporada, mas é difícil que alguém que tenha gravado uma dessas canções consiga produzir, ao mesmo tempo, outras dez no mesmo nível. A maior parte da música que sai à venda são pequenos cortes feitos em uma obra maior. Isso sabem os próprios artistas, produtores e editores. Sintetizando: estou profundamente convencido de que fazer desaparecer o mercado de singles foi um erro irreversível.

10. O profissionalismo do pessoal da indústria fonográfica se degradou ostensivamente
O comum agora é que trabalhem nas gravadoras pessoas de marketing e não pessoas da música. Mas vender lingüiças é diferente de vender canções e seus tecnicismos equivocados as levaram à crise. As secretárias eletrônicas estão permanentemente ligadas para evitar o incômodo de alguém responder suas chamadas. E caso você consiga algum contato, ninguém vai querer saber quem você é - prova irrefutável de que não fazem seu trabalho e não lêem revistas - e vão te tratar com patadas (há exceções, mas quase sempre se trata de amigos ou gente dos velhos tempos).

11. O mercado do disco está na mão de senhores que não pertencem ao mundo da música
A crise dos primeiro anos da década de 90 acabou com as lojas de disco. Só sobreviveram estabelecimentos altamente especializados e os únicos que oferecem música ao grande público são as mega stores. Desprezo pelo cliente, desconhecimento sobre o produto e umas regras mercantilistas muito simplistas e reacionárias regem os principais pontos de venda de música deste país. A oferta se reduz ao mínimo segundo critérios equivocados de gente que não entende nem valoriza o que é a música.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Rock Gaucho Discografias

Esse post é tipo piada interna , ou voce conhece ou não , sem explicações , bairrista e arrogante , mas sem se levar nem um pouco a sério. Colocque os pelegos de lado e puxe a prenda mais pra perto.

Coletaneas

( 1987 ) Danças de Guerra
(1988) Rio Grande do Rock.rar
(2001) Ipanema Safra 2001.rar

( 2006 )Gabba Gabba Tche - tributo aos Ramones (2006).rar
Bandas

A Barata Oriental - A Barata Oriental(1988).rar

A Barata Oriental - Volume 10!(2008).rar

Acusticos e Valvulados - Creme Dental Rock'n' Roll - 2003.rar

Acusticos e Valvulados - God Bless Your Ass.rar

Acústicos e Valvulados - Acústicos e Valvulados.rar

Alemão Ronaldo - Acústico Rock (2005).rar

Bandalieira - Bye Flowers - 2000.rar

Bandaliera - 20 anos - Ao Vivo (2002).rar

Barba Ruiva & Os Corsários.rar

Bebeco Garcia - Confidencial.rar

Beto Nickhorn e os Caras.rar

Bili Rubina - Ai Varo.rar

Cambio Negro (1989) Hard Rock.rar

Bixo da Seda - 1º CD.rar

cascavelletes - vortex demo (1987) .rar

cascavelletes - rock'a'ula (1989) .rar

cascavelletes - os cascavelletes (ep) (1988) .rar

cascavelletes - ensaio rock'a'ula (ao vivo) (1989) .rar

cascavelletes - demo pré rock aula (1989).rar

cascavelletes - ao vivo em viamão (1991).rar

Cascavelletes - Ao Vivo no Ocidente - 1988.rar

Colarinhos Caoticos - Agora Pode Ser o Tempo Todo - 1996.rar

Come On Baby - Demo - 2000.rar

Costellethas.rar

Cowboys Espirituais - Cowboys Espirituais III - 2007.rar

Cowboys Espirituais - Cowboys Espirituais.rar





Frank Jorge e Marcelo Brick - Ao Vivo na Reitoria da UFRGS(2001).rar

Frank Jorge - Vida de Verdade (2003).rar

Frank Jorge - Carteira Nacional De Apaixonado.rar

Garotos da Rua - Blues Climax 900° (1992).rar

Graforréia Xilarmônica - AO VIVO - 2006.rar

Graforréia Xilarmônica - Chapinhas de Ouro.rar

Graforréia Xilarmônica - Coisa de Louco II - 1995.rar

Graforréia Xilarmônica - Com Muito Amor e Carinho - 1988.rar

Graforréia Xilarmônica - Homem Branco - 1998.rar

Gramophones - Mlodias Classudas.rar

Histórias do Rock Gaucho - Histórias do Rock Gaucho.rar

Identidade - Jogo Sujo - 2007.rar

Identidade Zero - CD Identidade Zero.rar

Irmãos Rocha! - Ascenção e Queda dos Irmãos Rocha!.rar

Jack e os Estripadores - Jack e os Estripadores.rar


http://www.4shared.com/rar/lc46f7-W/Jupiter_Apple_-_Plastic_Soda.html

Justa Causa - Diversão No Fim Do Mundo - 1994.rar

Justa Causa - Ultra Swing Sideral (2000).rar

Júpiter Maçã - A Sétima Efervescencia.rar

Júpiter Maçã - Demo.rar

Júpiter Maçã - Uma Tarde na Fruteira.rar

Liverpool - Marcelo Zona Sul soundtrack + Liverpool Sound single (1970-71).rar

Liverpool - Por Favor Sucesso - 1969.rar



Maria do Relento - Maria do Relento.rar

Maria do Relento - Sobras - Raridades e Obscuridades de Um Passado Distante - 2007.rar

Mutuca - Hot Club ( 1999 )








Replicantes - Androides Sonham Com Guitarras Eletricas (1991) .rar

Replicantes - Historias de Sexo e Violencia (1987) .rar

Replicantes - Old School Veterans Brasiliasta - 2006.rar

Replicantes - Papel de Mau (1989).rar

Replicantes HOT 20 (1999) .rar





Pupilas Dilatadas - Planeta Estranho.rar

Ratos de Saloon - Ratos de Saloon.rar

Cortesia Rock Gaúcho Arquivos

sábado, 12 de maio de 2012

Toy Dolls - Discografia & Videografia




Toy Dolls se formou em Outubro de 1979, na cidade de Sunderland, norte da Inglaterra, tendo na primeira formação Pete Zulu (Peter Robson) na voz, Olga (Michael Algar) na guitarra, Flip (Philip Dugdale) no baixo e Mr. Scott (Colin Scott) na bateria.A primeira apresentação ao vivo dos Toy Dolls foi no Millview Social Club, na cidade inglesa de Sunderland, em 20 de Outubro de 1979. Após tocarem em vários shows, Pete Zulu saiu da banda para formar a sua própria, Zulu & The Heartaches.

Daí recrutaram rapidamente um tal de "Hud" para a voz, que nunca tinha cantado antes. Hud saiu da banda depois de um único show no Thornaby Club, a 25 de Novembro de 1979. Como tinham um show marcado para os próximos dias, em Sunderland mesmo, no Wine Loft, Olga assumiu de vez os vocais e o quarteto virou trio.

Apostando na estabilidade da banda, um empresário local decidiu patrocinar o primeiro single, "Tommy Kowey's Car", com a que viria a se tornar um clássico "She Goes To Finos" no lado B. Este compacto vendeu as 500 cópias iniciais rapidamente, mas a banda nunca teve dinheiro para fazer mais cópias.O posto de baterista sempre foi crítico nos Toy Dolls, com várias mudanças e problemas com os que ocuparam esta função na banda. Mesmo assim, no começo de 1980, os Toy Dolls já acumulavam uma legião de fãs e seguidores na sua região e a imprensa inglesa começava a falar bem dos shows da banda, com boas críticas, feitas por jornalistas musicais de peso, como Garry Bushell, na época escrevendo para o jornal Sounds.

Os média locais, de Sunderland, também adoravam os Toy Dolls. Mas mesmo com todo este apoio, a banda via-se estagnada, sendo obrigada a ficar a tocando na sua região e sem nenhum contrato com uma editora.Se algo não acontecesse seria mesmo o fim dos Toy Dolls. Mas Olga e os seus companheiros não se renderam e com muito esforço e determinação gravaram o seu primeiro EP, com recursos próprios. Este disco é histórico, chama-se Toy Dolls EP e foi lançado em 1981, contendo as músicas "She's a Worky Ticket", "Everybody Jitterburg", "Teenage in Love", "I've Got Asthma" e "Tommy Kowey's Car".

Logo a banda ganhou status de revelação da cena punk rock inglesa e não demorou para que assinassem um desastroso contrato com a EMI Records. Pela EMI eles lançaram apenas o single "Everybody Jitterbug". Acabaram logo o contrato com a EMI e assinaram com a Volume Records, por onde lançaram o clássico single "Nellie The Elephant" (versão 1982) e o primeiro LP da banda, chamado Dig That Groove Baby, de 1983.
Em 1984, eles regravaram e lançaram uma nova versão para o single "Nellie The Elephant". Este single vendeu a impressionante marca de 535 mil cópias no Reino Unido, colocando a banda na posição número 4 da tabela pop inglesa.Sem dúvida o grande destaque da banda em todos os tempos é o vocalista e guitarrista Olga, que conseguiu acabar de vez com o conceito de que "punk não sabe tocar mais que três acordes". Ele é considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos e introduziu características novas e próprias ao punk rock e ao rock mundial. Contar com discos dos Toy Dolls nas discotecas básicas é uma obrigação para os verdadeiros amantes do bom e velho rock 'n' roll, pois a banda representa o que há de melhor no punk rock inglês.
 
Studio Albums

Toy Dolls - 1983 - Dig That Groove Baby

Toy Dolls - 1983 - Wonderfull World EP

Toy Dolls - 1985 - A Far Out Disc

Toy Dolls - 1986 - Idle Gossip
Pass: hangoverhard

Toy Dolls - 1987 - Bare Faced Cheek
Pass: hangoverhard

Toy Dolls - 1989 - Wakey Wakey!
Pass: hangoverhard

Toy Dolls - 1991 - Fat Bob's Feet

Toy Dolls - 1993 - Absurd-Ditties
Pass: hangoverhard

Toy Dolls - 1995 – Orcastrated

Toy Dolls - 1997 - One More Megabyte

Toy Dolls - 2000 - Anniversary Anthems

Toy Dolls - 2004 - Our Last Album?

Toy Dolls – 2012 – The Album After The Last One


Live Albums:

Toy Dolls - 1990 - Twenty Two Tunes Live From Tokyo

Toy Dolls - 1999 - On Stage In Stuttgart
Toy Dolls - 2006 - Treasured Toy Dolls Tracks

Compilations:

Toy Dolls - 1986 - Singles 83/84
Pass: hangoverhard

Toy Dolls - 1989 - Ten Years Of Toys
Pass: hangoverhard

Toy Dolls - 1996 - The History 1979-1996

Videos:

Punkrock Videos - The Toy Dolls - Idle Gossip (DVD Rip).mp4        560.4 MB
Japan 1992 VHSRip.avi          776.4 MB
Our Last DVD.AVI     956.9 MB
We're Mad (MHK Rip) CD1.avi         705.3 MB
We're Mad (MHK Rip) CD2.avi         693.4 MB

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Bebado Maldito



Uma dica de blog inteligente no universo virtual , não deixe de dar uma olhada

Joey Ramone - Ya Know ( 2012 )




01.Rock 'n Roll Is The Answer
02. Going Nowhere Fast
03. New York City
04. Waiting For That Railroad
05. I Couldn't Sleep
06. What Did I Do To Deserve You
07. Seven Days Of Gloom
08. Eyes Of Green
09. Party Line
10. Merry Christmas (I Don't Want To Fight Tonight)
11. 21st Century Girl
12. There's Got To Be More To Life
13. Make Me Tremble
14. Cabin Fever
15. Life's A Gas

http://www.mediafire.com/?wd6dtz2b52vb33c

Contribuiçao do forum suicidio social

http://suicidiosocial.forumeiros.com.pt/



O álbum reune versões demos e gravações inéditas do astro, em um total de 15 faixas, gravadas durantes os últimos 15 anos de Joey.O projeto foi produzido por Mickey Leigh, irmão do cantor. Segundo ele, o nome do disco relembra uma frase que era constantemente dita por Ramone durante suas conversas.

“Foi de grande importância para mim que essas faixas restantes de Joey fossem finalizadas corretamente e pudessem ser disponibilizadas para o mundo todo ouvir”, contou Leigh.“… Ya Know?” contou com a participação de vários músicos na construção das faixas, como Joan Jett, Steven Van Zandt, Lenny Kaye e Richie Ramone, ex-baterista dos Ramones.

....Véios dizer o que? ....abra uma cerveja e escute no talo , é  dificil pra mim agora falar alguma coisa...postando enquanto escuto as musicas ....pra mim Ramones é algo que levo até a morte...o lance de ser voce mesmo , mesmo quando o resto do mundo te ignora e te menospreza , ter culhao até o final....bah...as lagrimas inundaram meu teclado......